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Países mais ricos já reservaram metade das futuras doses de vacina

1 min. 17.09.2020

Um grupo de países ricos, que representam 13% da população mundial, já adquiriu metade das futuras doses de vacinas contra a covid-19 em estudo, indicou um relatório da organização não-governamental Oxfam.

O objetivo destes países, que incluem os Estados Unidos (EUA), Reino Unido, UE e Japão, é garantir o fornecimento junto de múltiplos concorrentes, na esperança de que pelo menos uma das vacinas em estudo se revele eficaz, uma política que agrava as dificuldades que a maior parte da população mundial terá para conseguir vacinas, de acordo com o relatório, divulgado na quarta-feira.

A empresa farmacêutica AstraZeneca, parceira da Universidade de Oxford, assinou a maioria destes contratos, mas a Sanofi, Pfizer, Johnson & Johnson, a empresa norte-americana de biotecnologia Moderna, o laboratório Sinovac na China e o instituto russo Gamaleia também venderam centenas de milhões de doses em todo o mundo, por vezes em parceria com fabricantes locais.

Segundo a Oxfam, já foram assinados contratos com cinco destes fabricantes na fase 3 de ensaios clínicos para 5,3 mil milhões de doses, 51% dos quais para países desenvolvidos, incluindo, além dos EUA, Reino Unido, UE e Japão, também Austrália, Hong Kong, Suíça e Israel. Os números não incluem compras a fabricantes que estão ainda em fases inferiores no desenvolvimento de vacinas.

O restante foi prometido à Índia (sede do gigantesco fabricante Serum Institute of India), Bangladesh, China, Brasil, Indonésia e México, de acordo com a Oxfam.

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