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Famalicão: Câmara desbloqueia construção da variante e ponte à EN14

2 min. 20.08.2020

A autarquia famalicense vai assinar um protocolo com a Insfraestruturas de Portugal (IP) para fazer avançar o estudo de impacto ambiental da obra que engloba a nova travessia sobre o rio Ave e a variante à Estrada Nacional 14.

A proposta foi aprovada na reunião do executivo municipal, realizada na manhã desta quinta-feira.

No protocolo a celebrar, as duas partes envolvidas – Câmara Municipal e IP - comprometem-se a realizar todas as intervenções necessárias para se fechar o estudo de impacto ambiental.

Mas a grande preocupação do edil famalicense, tal como sublinhou aos jornalistas no final da reunião desta quinta-feira, é o risco da Continental Mabor não fazer um grande investimento previsto em Lousado. Recorde-se que Pedro Carreira, presidente do Conselho de Administração, aquando da visita do Presidente da República à unidade de produção, avançou que está em risco um grande investimento nas instalações de Lousado, devido à falta de acessibilidades que o projeto exige.

Os acessos reclamados pela administração da multinacional, apesar de já estarem projetados, estão bloqueados enquanto o estudo de impacto ambiental não estiver concluído.

“De facto está em risco um projeto de expansão. Devo dizer que há essencialmente quatro momentos importantes neste processo: o estudo de impacto ambiental, o projeto de execução, o lançamento do concurso e o começo da obra. Nenhum destes momentos está plenamente cumprido”, sublinhou o edil.

À Câmara Municipal de Famalicão compete requalificar as Ribeiras de Ferreiros e Penouços, criar um projeto de execução da Requalificação Ambiental dos Troços das Linhas de Água afetadas, criar percursos pedonais e cicláveis nas áreas alvo de integração paisagística.

A realização destas intervenções e das que estão afetas à IP, vão permitir com que a empreitada da nova ponte sobre o Rio Ave e da variante à N14 possa, finalmente, avançar. Algo que é ambicionado há muito pelas autarquias envolvidas no projeto e empresários da região. Aliás, Paulo Cunha refere mesmo que todo o projeto está envolvido em “constantes adiamentos, delongas, incumprimentos, prolongamentos de prazos, expetativas e estimativas”.

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