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Faltam agentes da Polícia Marítima para vigiar as praias

2 min. 16.05.2020

Das regras de acesso às praias são recebidas com preocupação pelos elementos da Polícia Marítima, que consideram o efectivo curto, para uma costa litoral tão grande.

Dos 540 elementos que constituem esta unidade policial, apenas 300 estarão em condições de vigiar os areais.

Dez por cento estão em pré-reforma, cerca de duzentos estão em serviços administrativos. Assim, pelas contas da Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima, presidida por Aníbal Rosa, os que restam são insuficientes para as necessidades.

"Resta-nos pouco mais de 300 pessoas e já estamos a considerar um número razoável. 300 pessoas para continente e regiões autónomas é manifestamente pouco", alerta.

Aníbal Rosa esclarece que não é possível formar agentes da Polícia Marítima em tão pouco tempo e admite que os fuzileiros não podem substituir os elementos daquela força de segurança.

O presidente da Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima não entende a mensagem de normalidade transmitida pelo ministro da Defesa, João Gomes Cravinho.

"Estamos à espera que o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho se retratasse pelas declarações que fez no dia 7 de abril, em que disse que estava confortável com a situação da Polícia Marítima e que tudo estava bem", explica Aníbal Rosa.

"Já se percebeu que na Polícia Marítima não se está bem", avisa.

O acesso às praias vai estar sujeito a várias regras com o objetivo de manter o distanciamento mínimo exigido pelas autoridades de saúde devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus.

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