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Covid 19: CDS de Famalicão assinala falta de cultura de cooperação

3 min. 15.05.2020

CDS de Famalicão assinala falta de cultura de cooperação, em análise à situação pandémica no concelho.

A comissão política concelhia do CDS/PP de Famalicão promoveu esta sexta-feira, dia 15 de maio, uma conferência de imprensa, via ZOOM, para análise da situação pandémica em Famalicão e das medidas tomadas no decurso dos últimos meses.

Para o líder do partido em Famalicão, Ricardo Mendes, entre muitos elogios às medidas tomadas tanto a nível governativo como social, falhou, especialmente no início, o que chamou de cultura de cooperação entre as entidades nacionais e locais.

Em Famalicão, para o presidente do CDS/PP, que é também vereador na Câmara Municipal, essa falta de comunicação e cooperação foi visível, numa primeira fase, na ausência de testes aos idosos dos lares.

“Nós fomos a zona mais afetada do país e um dos antídotos para travar a cadeia de infeção problemática relacionada com os lares era a realização de testes. Por mais solicitações que fizéssemos à ARS Norte, elas foram sempre coartadas”, sublinha o líder, que não deixa de lembrar que Famalicão terá sido o primeiro município a oferecer-se para realizar os testes por conta própria, “indiferente aos custos”. Testes esses que seriam feitos a todos os colaboradores e idosos das residências séniores do concelho.

“Algumas Câmaras Municipais conseguiram fazer estes testes facilmente, sem reivindicar da forma enérgica que nós reivindicamos”.

Ricardo Mendes sublinha ainda que o papel da ARS Norte ou da Segurança Social foi tomado, em alguns casos, pela Câmara Municipal de Famalicão, para onde se centravam todas as atenções, quando surgiu algum problema: “É entendível pela proximidade aos cidadãos, mas essa atenção e pressão era também feita pelos organismos públicos, que deveriam ter os meios e não tinham”.

Mas na conferência desta manhã, Ricardo Mendes fez também elogios aos famalicenses “que tiveram um elevado sentido de civismo”, aos profissionais de saúde, Proteção Civil, forças policiais e autarcas “que desemprenharam um trabalho hercúleo”.

Mas para além da projeção das medidas de desconfinamento programadas para as próximas semanas, o líder do CDS/PP de Famalicão avaliou também a atuação do Governo no combate ao Covid-19 e considerou o papel do Primeiro-ministro “preponderante” ao fechar, as escolas. “Para nós o primeiro passo num conjunto de medidas que tornaram possível este combate”.

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