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Ass. Ciclismo do Minho quer regresso à competição com responsabilidade

3 min. 23.04.2020

Em comunicado às redações, a Associação de Ciclismo do Minho refere que todos estão “atentos, vigilantes e preparados para regressar, quando e como for possível, de forma responsável e que constitua um exemplo”. 

O regresso às competições é muito ambicionado pela associação, mas o sentido de responsabilidade continua presente. Foi esta a tomada de posição da ACM na reunião de ontem com os clubes e agentes desportivos minhotos, na qual participou Delmiro Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo. 

Delmiro Pereira lembrou que a “Federação Portuguesa de Ciclismo foi a primeira federação a tomar a decisão de suspender as competições, uma decisão difícil, mas que, como se provou, tinha que ser tomada”.  

“Desde a primeira hora que temos vindo a acompanhar a situação. Todos nós queremos ver sinais de abertura. Estamos sempre à espera de ver uma luz ao fundo do túnel para que possamos regressar à atividade, mas também sabemos que temos que ser responsáveis e que quando nos for dada luz verde para competir temos que seguir um sem número de regras. Temos que estar preparados para isso”, referiu o presidente da FPC adiantando que foi criada uma Comissão Técnica e Desportiva para avaliar em permanência a situação decorrente da pandemia e para estudar o regresso à atividade. 

Por sua vez, José Luís Ribeiro, presidente da ACM, salientou a ideia de que "o ciclismo será um fator positivo e de esperança na tarefa de renascer Portugal", mas, "ao regressar, quando e como for possível, temos que o fazer de forma responsável e que constitua um exemplo”. O dirigente lembrou ainda que a ACM lançou uma série de iniciativas para ajudar a passar esta fase mais complicada, como é o caso do Curso de treinadores, o concurso de vídeo e disponibilização constante de documentação de apoio. 

“Se já defendíamos a necessidade de garantir o cumprimento das normas de segurança, da adequação das atividades aos participantes (em função, por exemplo, das idades, distâncias e níveis de dificuldade, entre outros fatores), da salvaguarda e defesa da verdade e da ética desportiva e de impedir a violação de regras técnicas das modalidades, com o surgimento da pandemia o assunto assume importância redobrada com a necessidade imperiosa garantir o cumprimento das orientações que vierem a ser emanadas pelas entidades oficiais”, salvaguardou José Luís Ribeiro. 



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