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Médicos não defendem o levantamento do Estado de Emergência

2 min. 23.04.2020

Enquanto que o Governo pensa numa "abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais" a partir do p´roximo dia 2 de maio, dia em que acaba o periodo de Estado de Emergência nacional.

No entanto, algumas entidades continuam a defender que as restrições não devem ser levantadas. É o caso do presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, Ricardo Mexia, que defendeu hoje que o estado de emergência não deve ser levantado no início de maio se o cenário epidemiológico da covid-19 for idêntico ao atual.

O médico de saúde pública explicou que tem havido “uma estabilização [do número de casso] que, obviamente, é melhor do que ter um crescimento exponencial, mas isso não quer dizer que os números estejam a baixar de forma clara”.

Relativamente à questão da economia do país, e das consequências que o Estado de Emergência está a cuasar a esse nível , o responsável afima que “a economia beneficia da saúde tal como a saúde também beneficia de uma economia que seja forte e em crescimento”. Para Ricardo Mexia, o pais pode vir a pagar o preço de se levantarem as restrições cedo de mais. "Temos que aprender também com a experiência de outros contextos e aplicá-la também a nosso favor”, defendeu.

Responsáveis políticos, parceiros sociais e epidemiologistas vão avaliar na terça-feira a situação epidemiológica no país e no dia seguinte “o Conselho de Ministros irá definir orientações no sentido de como, de forma gradual e em segurança, se poderá começar a retirar várias restrições que têm vigorado", segundo o primeiro-ministro António Costa.

 

 

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