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Crescem as denúncias de cibercrime durante o confinamento em casa

1 min. 21.04.2020

O cibercrime tem vindo a ganhar força desde o início da pandemia de Covid-19. A Procuradoria-Geral da República revela que os cibercrimes aumentaram em março, cerca de 230%, e de acordo com as previsões pode chegar aos 300% ou 330% no final do mês de abril. 

Os crimes dão-se essencialmente ao nível da utilização da aplicação de pagamentos MB WAY, difusão de mensagens de email e SMS contendo malware (vírus informáticos), campanhas de ‘phishing’ e extorsão por email. Além destes, as estatísticas contemplam ainda as burlas em plataformas de vendas online’ divulgação ilícita de fotografias, crimes contra a honra, difusão de pornografia infantil ou crimes contra o direito de autor. 

O relatório do gabinete de cibercrime da procuradoria-Geral da República explica que “uma boa parte destas práticas criminosas já existiam anteriormente, mas vieram a ganhar um novo espaço nas redes de comunicação. Porém, as estatísticas da Justiça, em geral, aglomeram os crimes segundo os tipos legais (por exemplo burlas, crimes contra a honra, crimes contra o direito de autor), não separando aqueles que ocorrem ‘online’ dos restantes e, por isso, não é fácil aperceber, do ponto de vista estatístico, a real dimensão da cibercriminalidade”, sublinha o relatório. 

A entidade sublinha ainda que as denúncias recebidas até ao dia 16 de abril de 2020 superaram já as de todo o ano de 2018 e aproximam-se do número total de 2019. 

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