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CDS propõe medidas para proteger regresso dos alunos do secundário

3 min. 14.04.2020

A Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Famalicão veio, em comunicado, propor medidas para acautelar o previsível regresso às escolas dos alunos do ensino secundário, de 11º e 12º anos. O partido diz que “está empenhado em especial na preparação do regresso” desses alunos aos estabelecimentos de ensino “com vista a que o mesmo ocorra de forma segura”.

Assim, os centristas propõem “das entidades competentes” a distribuição massiva de equipamentos de proteção individual pela comunidade escolar: alunos, professores e assistentes operacionais. Sugerem ainda a monotorização da temperatura de todos os que acedam aos estabelecimentos de ensino, à entrada e saída, com equipamentos “contactless” a realizar por funcionários, por forma a evitar possíveis contágios, assegurando que quem apresente febre não frequente a escola.

Dizendo esta em “acompanhamento permanente da evolução da situação pandémica e das medidas entretanto colocadas em ação”, o CDS-PP de Famalicão propõe também a colocação de dispensadores de desinfetante nos locais que prestam serviço público nas localidades, como CTT, juntas de freguesia, pontos de atendimento ao cidadão, e levar a cabo “a sensibilização de todos os comerciantes de bens essenciais a fazê-lo, de forma a reforçar a sua própria segurança e a dos seus clientes”.

Os centristas defendem ainda a promoção, a partir de maio, de testes de imunidade ao maior número possível de famalicenses, “para que a retoma da atividade se possa fazer com a maior segurança possível”. Pedem também a monitorização, por parte das autoridades de Saúde e da Segurança Social, de todos os lares de idosos e de estruturas de apoio à deficiência, promovendo testes e acompanhamento médico permanente “de forma a evitar futuros contágios e sobretudo complicações no estado de saúde dos utentes”.

Outra medida proposta pelo partido passa por promover um plano de ação para que quem tenha sido acometido pela doença, possa ser albergado nos centros de retaguarda criados pela Camara municipal, quer por inexistência de condições na sua residência quer por efetiva possibilidade de contágio de familiares.

Finalmente, o CDS-PP regista “com particular satisfação” a aprovação das diferentes medidas pelo município, na última reunião do executivo. “Entendemos que a proteção das pessoas, das famílias e das empresas, e a rápida adoção de mecanismos que respondam às dificuldades em que esta crise a todos colocou, é fundamental para enfrentar o futuro”, refere.

 

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