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Etifam caminha para a sustentabilidade ambiental

3 min. 17.03.2020

Há já oito anos que a empresa famalicense Etifam – Etiquetas e Rótulos, Lda, é reconhecida com o estatuto PME Líder e Excelência. Com sede na Freguesia de Calendário, em Famalicão, é especializada na produção de Etiquetagem e Rotulagem para os mais diversos produtos cumprindo os mais exigentes critérios da legislação em vigor, garantindo um processo produtivo integral desde o desenvolvimento gráfico à impressão e acabamento.
Oitenta por cento do fabrico da empresa dedica-se à indústria alimentar. A restante produção destina-se à indústria química, saúde, escolar e têxtil. A Etifam trabalha diariamente com um vasto leque de clientes e fornecedores a nível nacional, tais como o Grupo Montalva, Sonae, o Auchan, a Mistolin, a A2Brios, Eleclerc, Intermaché entre outros. Há ainda uma pequena percentagem de etiquetagem para a industria de azeites, Azeites Serrata, Grupo Iffco Dubai, Tunisia e Espanha.
O volume de negócios a atingido em 2019, dois milhões de euros, era algo que já esperado pela empresa, que está a “preparar um novo projeto de financiamento para a aquisição de novas tecnologias e novas máquinas de produção que privilegiam a vertente tecnologia relativamente à analógica para garantir uma maior qualidade de produtos ao cliente, assim como maior rapidez”, destaca Alberto Pereira, fundador e gerente da empresa. Este novo projeto vai ainda permitir à empresa alargar a sua equipa de colaboradores, que atualmente é composta por 16 pessoas, assim como elevar o nível de sustentabilidade ambiental.
“Queremos ser mais verdes, produzir o mínimo de químicos, até porque o nosso principal foco é a indústria alimentar e faz sentido, para nós, enquanto empresa, reduzir ao máximo qualquer impacto
ambiental”, remata o responsável. Acerca da realidade empresarial que se vive atualmente, o
empresário explica que a principal dificuldade se prende com a parte financeira, nomeadamente, a nível de cobranças dos valores pendentes com os clientes. Contudo, a nível estatal, a empresa considera que “deveriam existir mais apoios e incentivos do governo para apoiar as pequenas e médias empresas”, assim como diminuir a carga fiscal que é, neste momento, “a principal causa que influencia o preço das etiquetas para o cliente”, acrescenta.
Além disto, a empresa considera que ainda existe muita procura das marcas portuguesas por etiquetas provenientes do estrageiro, algo que se deve aos preços praticados, que são mais competitivos.

Relativamente ao mercado atual, a empresa faz questão de salientar que é um mercado em mudança e que a rapidez dos prazos de entrega é cada vez mais valorizada. “Nos dias de hoje, são raras as empresas que investem em stocks de etiquetas porque o mercado obriga a uma constante mudança de imagem por parte do cliente e, consequentemente, isso obriga-nos a ter uma capacidade de resposta muito grande, que caracteriza este setor das artes gráficas”, elucida Alberto Pereira.
A Etifam, face às empresas do mesmo setor, destaca-se pelo facto de todo o processo ser realizado dentro de portas, desde o início do processo da conceção de uma maquete, à impressão e finalização
do produto.

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